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O comportamento suicida surge normalmente como decorrência de algum problema mental não tratado. Os mais comuns são: transtorno de humor, transtorno de personalidade e psicoses. Diariamente, 28 pessoas se suicidam no Brasil e, para cada morte, há entre 10 e 20 tentativas. Essa taxa é maior entre os adolescentes, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos de idade.
O problema é delicado e complexo. O tabu social criado a respeito contribui para julgamentos equivocados, como: a pessoa se matou por “covardia”, “fraqueza” ou “falta de Deus”. A disseminação dessas ideias atrapalha, consideravelmente, o processo de prevenção e erradicação do suicídio. O desconhecimento sobre o assunto é o principal fator que contribui para que o suicídio não seja encarado como problema que surge em consequência de uma vulnerabilidade da saúde mental.
Causas e origens
Traumas familiares, amorosos e financeiros dão origem à fragilidade mental do indivíduo e, quando não tratados adequadamente, podem desenvolver doenças mentais ligadas à tristeza profunda, desespero e impulsividade, criando um quadro que pode agravar-se rapidamente culminando com o suicídio.
Ao optar pelo suicídio, o indivíduo conclui que “a vida não faz mais sentido”. Ele acredita que só vai alcançar “paz” emocional se tirar a vida dele, mas, antes disso, tenta resolver seus impasses com as pessoas ao seu redor, pedi perdão de maneira insistente e justifica, constantemente, suas ações. Repetindo a mesma explicação por várias vezes é um sinal evidente de quem está planejando cometer suicídio.
Há outras premissas que caracterizam um comportamento suicida:
- Eu sou um peso na vida das pessoas;
- Eu sou um perdedor;
- Eu não aguento mais viver;
- Eu não posso fazer nada;
- Os outros serão mais felizes sem mim.
O que fazer para ajudar
- Ouvir sem julgar. Com a conversa, pode estabelecer-se uma relação de confiança. O primeiro passo é compreender a origem e convencer o paciente de que o suicídio não é a solução para os problemas enfrentados;
- Conduzir o paciente a buscar ajuda profissional adequada;
- Reduzir o acesso a ferramentas que possam ser utilizadas para cometer o suicídio, como: objetos pontiagudos e cortantes que possam ser usados em automutilação, armas brancas, remédios, etc.
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