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Com informação em tempo real, socialização e espaço para negócios, as redes sociais trouxeram inúmeros benefícios e vantagens para o mundo. Mas o consumo excessivo do conteúdo das redes pode interferir no comportamento e produzir efeitos negativos na saúde mental das pessoas. Em pesquisa recente sobre o consumo de dados na “internet” e a utilização das redes sociais no mundo, as empresas de “marketing” digital, We Are Social (Reino Unido) e Hootsuite (EUA) apontam que, brasileiros ficam, em média, 3 horas por dia em redes sociais, a predileta é o Instagram.
O problema é que outros dados crescem, proporcionalmente, ao aumento de consumo das redes sociais. A depressão e a ansiedade atingiram incríveis 70% dos usuários digitais com faixa etária entre 14 e 20 anos, somente nas últimas duas décadas.
O impacto da vida virtual no mundo real tem preocupado as autoridades e as grandes empresas de comunicação digital. Recentemente, após concluir que o vício do consumo de conteúdo digital provoca efeitos negativos para a saúde mental das pessoas, o Instagram estuda retirar contagem de “likes”. Isso devido à pressão que o quantitativo de “likes” tem exercido sobre os usuários. As pessoas se consideram como sucesso ou fracasso mediante ao número de seguidores e curtidas que recebem em sua rede.
O Facebook, que é gestor do Instagram, considera que esse efeito tóxico não condiz com o objetivo principal do aplicativo, e, portanto, já está testando, no Canadá, “posts” sem a exibição do total de curtidas. A ideia é que os usuários possam se sentir mais leves e autênticos, publicando o que sentir vontade e não o que acha que vai render uma chuva de “likes”. Dessa forma, o Facebook acredita que o Instagram voltará a ser uma rede de expressão genuína e natural conforme a personalidade de cada usuário.
É importante ressaltar que o prejuízo à saúde mental não está somente ligado ao uso viciante do aplicativo. Usuários que já apresentam fragilidade emocional e dificuldades de se expressar podem desenvolver, com facilidade, qualquer transtorno ou distúrbio psíquico. Nesse sentido, é importante que a família e as pessoas mais próximas fiquem atentas aos sinais de vulnerabilidade mental.
Como impacto negativo perceptível, o uso viciante das redes sociais afeta o sono, a autoimagem e aumenta o medo de não ser benquisto e “aceito” na sociedade virtual.
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