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O Brasil tem a quinta maior população idosa do mundo, segundo dados do Ministério da Saúde. Com o avanço da idade, a pessoa fica naturalmente mais vulnerável e pode adoecer com mais facilidade. Essa condição de fragilidade varia de acordo com os hábitos que o indivíduo teve durante a fase adulta.

É comum que, durante a velhice, a pessoa diminua o ritmo e reduza a quantidade de atividades diárias, entretanto, alguns comportamentos não são normais e, geralmente, são consequências da saúde mental fragilizada. É preciso ficar atento aos sinais que podem indicar doenças neurológicas e transtornos para buscar auxílio médico, fechar um diagnóstico e iniciar o tratamento.

Saiba algumas atitudes e hábitos que indicam fragilidade na condição mental do idoso:

– Recusar sair de casa;
– Passar o dia inteiro deitado;
– Queixar-se, constantemente, de que está “prestes a morrer”;
– Não sentir vontade de realizar ou fazer qualquer atividade prazerosa.

Esses sinais podem apontar um quadro depressivo ou, simplesmente, uma condição depressiva dentro de uma situação mais agravante. Por isso, é preciso estar alerta ao comportamento diário do idoso. A exclusão por parte dele da convivência em sociedade não pode ser encarada como “normal” e justificada pela condição física da pessoa idosa.

Prevenção

Geralmente, a condição mental fragilizada durante a velhice é consequência de hábitos inadequados ao longo da vida infantil e adulta. Traumas não cuidados e superados também podem surgir como fantasmas e causar perturbação mental. A melhor maneira de prevenir doenças mentais na terceira idade é ter uma vida saudável aliando alimentação, prática de atividades físicas e sessões esporádicas com profissionais de saúde mental para cuidar dos estresses diários e problemas pessoais que exigem desabafo e auxílio psicológico.

Atividades Físicas

Musculação, caminhada, dança, luta ou corrida. Seja aeróbico ou anaeróbico, o exercício físico auxilia na manutenção da saúde mental, aprimorando as funções cognitivas, estimulando a produção de novos neurônios e contribuindo na capacidade de socialização do indivíduo.

Alimentação Saudável

Todos prometem cuidar melhor da alimentação, pelo menos, em toda virada de ano. Mas mudar hábitos alimentares exige certas abdicações.

Açúcares são alimentos nocivos que causam vícios ao cérebro e prejudicam a regularidade de suas funções. Uma alimentação rica em vegetais, proteínas e gorduras saudáveis é fundamental para o bom funcionamento cerebral. Nutrientes como ômega 3, vitamina B, ferro, zinco, magnésio, vitamina D, aminoácidos, entre outros, influenciam na produção de neurotransmissores, ajudam na prevenção da degeneração cognitiva e na perda da memória.