Autor: admin

  • Redes sociais: ferramentas internas que ajudam usuários com sofrimento mental

    Redes sociais: ferramentas internas que ajudam usuários com sofrimento mental

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    A saúde mental e física são duas vertentes fundamentais para o bem-estar do ser humano. Estima-se que 30, a cada 100 pessoas, estão suscetíveis a desenvolver um quadro de transtorno, psicose ou doença mental em algum momento da vida e, dessa parcela, 12 poderão evoluir para casos graves que levem à incapacidade mental.

    Os problemas mentais são causados por: estresse contínuo; perdas ou frustrações emocionais; eventos traumáticos; dificuldades financeiras ou fatores genéticos. Quando o indivíduo passa a apresentar sintomas de sofrimentos mentais, a relação dele com os demais no ambiente laboral, familiar ou estudantil é, imediatamente, afetada, levando a situações difíceis e a crises.

    É comum que a pessoa com sofrimento mental tenha dificuldade de tomar iniciativa para pedir ajuda. É penoso, até mesmo, conversar pessoalmente com alguém de extrema confiança.

    Mas as pessoas estão conectadas o tempo inteiro nas plataformas digitais de socialização. Utilizar recursos virtuais, para se abrir e contar sobre o sofrimento que está passando, pode ser uma alternativa melhor para quem tem muita dificuldade de se expressar pessoalmente.

    Listamos, aqui, algumas ferramentas ligadas a grandes plataformas digitais que foram criadas para auxiliar o usuário a pedir ajuda ou apontar comportamentos nocivos que afetem a saúde mental das pessoas.

    Instagram – Depressão, Assédio Moral e “Ciberbullying”

    Para tentar ajudar usuários com transtornos como ansiedade e depressão, o aplicativo passou a informar o contato do Centro de Valorização da Vida (CVV), além de dar dicas de saúde mental, sempre que o usuário digitar, na aba “Pesquisar”, as “hashtags” #ansiedade ou #depressão. Basta clicar no botão “obter suporte”, e a ferramenta vai apresentar várias opções de ajuda.

    Para “resolver” o assédio moral e o “cyberbullying”, o aplicativo aprimorou a maneira de controlar os comentários e os conteúdos ofensivos. Assim, criou um filtro para que o usuário possa bloquear palavras nocivas.

    Além disso, o Instagram retirou, recentemente, a visualização do quantitativo de “likes” em 2019, por considerar que o vício do consumo de conteúdo digital provoca efeitos negativos para a saúde mental das pessoas.

    Facebook – Prevenção ao Suicídio

    Já algum tempo que recurso de prevenção ao suicídio está disponível no Facebook. A sessão foi arquitetada para que o usuário possa pedir ajuda a si mesmo ou a um amigo. Essa Central de Ajuda conta com uma equipe de rede anônima que auxilia o usuário a pedir ajuda ou a apontar um “post” com conteúdo que apresente comportamento suicida. A página do serviço, que apresenta uma estrutura de “help” bem objetiva, existe desde 2016.

    Atenção

    É importante ressaltar que esses recursos não substituem o tratamento terapêutico. Procure ajuda profissional para tratar qualquer problema mental.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

    Acompanhe em nossas redes sociais conteúdos didáticos e dicas sobre saúde mental e fique por dentro das nossas ações visando à melhoria da saúde mental.

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  • Setembro Amarelo: cinco frases que você não deve falar para quem tem depressão

    Setembro Amarelo: cinco frases que você não deve falar para quem tem depressão

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_image src=”https://estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-setembro-amarelo-cinco-frases-que-voce-nao-deve-falar-para-quem-tem-depressao.jpg” align=”center” force_fullwidth=”on” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”1″ _address=”0.1″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.1.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.1.0.0″]

    A cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo. A depressão não afeta somente quem está acometido dessa doença, mas também as pessoas próximas a ela.

    É possível, sim, ajudar alguém próximo de forma positiva. Como? Exercitando o conhecimento de se expressar corretamente sem afetar o emocional do deprimido.

    Existem algumas frases que podem auxiliar e outras que, mesmo com a melhor das intenções, pode atrapalhar o emocional de quem passa pelo transtorno. São elas:

    “Você está bem?”

    Infelizmente, não existe uma cura rápida quando o assunto é depressão. Ela exige um acompanhamento profissional para que haja um retorno para a sua vida normal, com qualidade. Então, essa não é uma boa frase para disparar com uma pessoa que esteja com a doença.

    “Olhe o lado positivo…”

    A prevalência de pensamentos negativos na depressão é uma das suas principais características. Logo, o deprimido apresenta dificuldades de acreditar que tudo dará certo é um de seus maiores obstáculos. Sendo assim, não depende de um olhar positivo para as coisas.

    “Há muita gente com problemas piores”

    A depressão é um transtorno mental grave. Somente um especialista pode informar até que ponto a pessoa está sendo afetada. Comparar a doença com o problema de terceiros não é uma forma afetuosa de tentar amenizar a situação de quem passa pelo transtorno.

    “Vai ficar tudo bem”

    Esse tipo de frase pode produzir uma reação negativa para a pessoa que está passando por esse momento vulnerável em razão da doença.

    “Você é uma pessoa feliz”

    Infelizmente, a situação é muito comum. Pessoas com depressão também têm momentos felizes e sorriem. Muitos famosos, como, o humorista Whindersson Nunes, diagnosticado com o transtorno, já passou por momentos difíceis enquanto realizava seus “shows”.

    Setembro Amarelo

    A campanha brasileira de prevenção do suicídio começou no ano de 2015, por meio de uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em busca de ampliar o diálogo sobre o suicídio para a sociedade. Já o mês de setembro foi escolhido pela International Association for Suicide Prevention, com a ideia de promover espaços para debater o assunto.

    Sim, podemos conversar e te ajudar

    Estamos, sempre, de portas abertas para tirar alguma dúvida sobre saúde mental, debater assuntos importantes e, acima de tudo, ajudar você ou uma pessoa próxima.

    Na Estância Bela Vista, você encontra uma equipe multidisciplinar e referência em tratamento humanizado, focado no ser humano como um todo, um espaço socioterapêutico.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Tratamento: a importância do apoio familiar

    Tratamento: a importância do apoio familiar

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    Da exclusão ao apoio, a participação da família no tratamento dos pacientes psíquicos tem mudado os resultados dos processos terapêuticos, desde a revolução da psiquiatria no Brasil. A partir da década de 70, com a luta antimanicomial, surgiu um novo olhar nos tratamentos de saúde mental, no país.

    Durante muito tempo, a família foi deixada de lado no processo de tratamento do indivíduo com sofrimento psíquico. Essa realidade mudou quando os movimentos sociais em prol da humanização do cuidado em saúde mental conseguiram a aprovação da Lei da Reforma Psiquiátrica, a Lei nº 10.216/2001.

    Nesse contexto, a família é colocada como parte fundamental do processo terapêutico, passando a ter um papel central com várias atribuições essenciais para o sucesso do resultado e, também, sendo incluída como usuária do tratamento.

    O papel da família

    Um dos sinais mais comuns de sofrimento psíquico que o indivíduo apresenta é o desgaste do ambiente familiar, quando o comportamento e as crises afetam a rotina dos parentes e das pessoas mais próximas.

    Além de acompanhar a evolução do tratamento, a família é preparada para lidar com situações de estresses, crises emocionais e recaídas em vícios.

    Nem sempre os parentes compreendem a necessidade de participar, diretamente, do processo terapêutico e, por isso, é importante que a equipe médica conscientize os responsáveis e os insira atribuindo a eles o papel fundamental de suporte, proteção e acolhimento do paciente em sua reinserção na sociedade.

    Tratamento

    A Estância Bela Vista preza pela reestruturação do paciente, da família e do ambiente entorno. O acolhimento no espaço socioterapêutico é fundamental para a identificação da melhor forma de tratar a doença, de acordo com o caso em particular. Nossa metodologia tem por base a terapia e o acompanhamento psicológico associado ao diagnóstico e terapêutica médica conforme a necessidade individual do paciente.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Transtorno Bipolar: conheça as fases da doença

    Transtorno Bipolar: conheça as fases da doença

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    O transtorno bipolar atinge, atualmente, cerca de 15 milhões de brasileiros, o que corresponde a 8% da população, segundo a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB). A doença, que se manifesta geralmente na fase juvenil, pode ter origem genética ou se desenvolver em uma variação ambiental.

    A doença não tem cura, porém, com o tratamento realizado de forma correta, os sintomas podem acarretar danos menores, com oscilações de humor raras.

    Mas o que é Transtorno Bipolar?

    A melhor definição é a variação repentina entre euforia e depressão. O distúrbio desencadeado na infância, quando descoberto tardiamente, pode causar sérios problemas na formação direta da personalidade.

    As fases do transtorno são classificadas em três: mania, depressão e hipomania. Saiba um pouco mais sobre cada uma delas:

    Mania

    Durante essa fase, o paciente fica muito alegre e eufórico sem que haja um motivo especificado para tal. Também é possível que esteja irritável, apresentando humor arrogante e, até mesmo, episódios de fúria.

    Depressão

    Ao contrário da “maníaca”, é identificado, no indivíduo, sintomas parecidos com o da depressão durante essa fase. Prazer, falta de energia, tristeza profunda, alteração no apetite, dificuldade para se concentrar são alguns dos sintomas encontrados.

    Hipomania

    Durante a fase da Hipomaníaca, o estado de euforia é menos intenso, o que pode passar despercebido pelos indivíduos. No entanto, muitas pessoas, que apresentam durante a fase, acabam evoluindo para algo mais grave, pelo fato de negligenciarem o tratamento, prejudicando, assim, uma possível estabilidade.

    Como é feito o diagnóstico?

    O reconhecimento e aceitação do quadro é muito importante para o início do tratamento. Os fatores são comuns, mas a identificação não é tão simples. O humor inadequado para o momento pode ser um forte indício. A análise clínica com base no histórico do paciente é que vai ditar a melhor forma de tratamento.

    A metodologia da Estância Bela vista define que não existe fórmula pronta. Cada caso é um caso.

    A Estância Bela Vista preza pela reestruturação do paciente, da família e do ambiente entorno. O acolhimento no espaço socioterapêutico é fundamental para a identificação da melhor forma de tratar a doença, de acordo com o caso em particular. Existem duas especialidades que se aliam a nossa metodologia: a terapia e o acompanhamento psicológico.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Esquizofrenia: conheça um pouco sobre este transtorno psiquiátrico

    Esquizofrenia: conheça um pouco sobre este transtorno psiquiátrico

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    Hoje, em nosso “blog”, vamos falar sobre a esquizofrenia. Você sabe o que é?

    A esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico em que uma alteração cerebral dificulta o julgamento correto da realidade. Ou seja, a produção de pensamentos abstratos e, também, respostas emocionais.

    O transtorno atinge cerca de 1% da população. Geralmente, a doença dá indícios no fim da adolescência e começo da vida adulta.

    Existem alguns tipos de esquizofrenia. Entre eles, estão:

     

    • Esquizofrenia desorganizada ou heberfrênica: é caracterizada pelo pensamento e pelo discurso desconexo;
    • Paranoide: predominada pelos delírios e pelas alucinações;
    • Esquizofrenia catatônica: apresenta agitação com perda de contato com a realidade. Algumas posições parecem desconfortáveis e, ao mover a pessoa, ela pode permanecer na mesma posição por horas;
    • Esquizofrenia simples: essa forma da doença apresenta mudanças na personalidade. O paciente prefere ficar isolado, torna-se disperso dos fatos do dia a dia e insensível a afetos.
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    Sintomas

    É necessário ficar atento aos sintomas que a doença apresenta. São eles:

    • Alucinações;
    • Delírios;
    • Pensamentos desordenados;
    • Distúrbios do movimento;
    • Baixo funcionamento intelectual;
    • Dificuldades para prestar atenção em atividades cotidianas;
    • Sentir-se indiferente a situações muito importantes;
    • Deterioração do desempenho acadêmico ou profissional;
    • Mudança na higiene pessoal e aparência;
    • Mudança na personalidade.
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    Tratamento

    Ela é uma doença crônica que exige tratamento por toda a vida. Qualquer pessoa que tenha vários dos sintomas citados acima por mais de duas semanas deve procurar auxílio especializado capaz de identificar, tratar adequadamente e permitir que tanto o paciente como a família superem o mal estar provocado por este sério problema de saúde mental.

    A Estância Bela Vista conta com uma equipe multidisciplinar e referência em tratamento humanizado. O espaço socioterapêutico Estância Bela Vista oferece tratamento focado no ser humano como um todo.

    Com toda a estrutura hospitalar, atendimento médico e psicológico, o tratamento proporciona um autoconhecimento capaz de identificar as causas do problema apresentado.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

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  • Cuidar humanizado: a revolução da psiquiatria

    Cuidar humanizado: a revolução da psiquiatria

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    No Brasil, desde a década de 70, as práticas do cuidado em saúde mental vêm sofrendo mudanças significativas. Embora lento, esse processo foi extremamente importante para que os resultados dos tratamentos psiquiátricos evoluíssem de maneira positiva. Aos poucos, os métodos severos dos manicômios foram substituídos por novos recursos, medicamentos e terapias. E, hoje, a aposta da ciência é o tratamento com base na filosofia humanística, que tem apresentado resultados surpreendentes.

    A prática do cuidado mental humanizado faz parte da revolução da psiquiatria no Brasil. O processo que se inicia, desde a acolhida até a reintegração social e plena do paciente, tem como objetivo restabelecer a autonomia do ser humano, a reinserção social e a convivência com a família e com a comunidade.

    Com a aprovação da lei da reforma psiquiátrica, Lei nº 10.216/2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas acometidas de transtornos mentais, foi determinada a extinção dos manicômios e sua substituição pelos tratamentos humanizados.

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    Está previsto na lei

    Art. 2º Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, a pessoa e seus familiares ou responsáveis serão formalmente cientificados dos direitos enumerados no parágrafo único deste artigo.

    Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental:
    I – ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades;
    II – ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade;
    III – ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração;
    IV – ter garantia de sigilo nas informações prestadas;
    V – ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de sua hospitalização involuntária;
    VI – ter livre acesso aos meios de comunicação disponíveis;
    VII – receber o maior número de informações a respeito de sua doença e de seu tratamento;
    VIII – ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis;
    IX – ser tratada, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.

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    A aprovação da Lei bº 10.216, em 6 de abril de 2001, é considerado um marco na história da revolução da psiquiatria no país. Nota-se uma ruptura do paradigma médico com a atribuição de um novo lugar social para o sofrimento mental por meio do modelo de tratamento baseado na valorização da dignidade da pessoa humana, alterando hábitos e procedimentos médicos e socioculturais no Brasil.

    Choques elétricos, camisas de força e isolamento. Todos esses métodos ficaram para trás. Contrariando a cultura dos manicômios, as clínicas de reabilitação mental passaram a ser um espaço socioterapêutico com tratamento baseado em atividades fundamentais: psicoterapia individual, palestras psicoeducativas, terapia em grupo, videoterapia, arteterapia, musicoterapia, terapia familiar e outras atividades, como: saídas terapêuticas supervisionadas e acesso à “internet” monitorado.

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  • Saúde mental e Direitos Humanos: do debate à implementação

    Saúde mental e Direitos Humanos: do debate à implementação

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″][et_pb_column _builder_version=”3.27.4″ type=”4_4″][et_pb_image src=”https://estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-saude-mental-e-direitos-humanos-do-debate-a-implementação.jpg” _builder_version=”3.27.4″ hover_enabled=”0″ align=”center” force_fullwidth=”on”][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” hover_enabled=”0″ _i=”0″ _address=”0.0.0.0″]

    Por muito tempo, o tratamento de doenças mentais se resumiu aos métodos severos dos manicômios. No Brasil, essa realidade só começou a mudar a partir da década de 70, com o início da luta antimanicomial. Com essa revolução, surgiu a necessidade de valorizar a pessoa humana, criando uma forma de tratamento com base na filosofia humanística. Para que, legalmente, o cuidado humanizado virasse dever, foi preciso embasar novas leis da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), que prevê, no Artigo 1º, que “todo ser humano nasce igual em dignidade e direito”.

    A DUDH, que foi elaborada por líderes mundiais e estabelece a garantia dos direitos humanos fundamentais, serviu de base para que uma política de saúde mental brasileira fosse criada com objetivo de valorizar toda e qualquer vida humana, resultando em cuidado e em inclusão.

    Política e implementação

    O Movimento Nacional da Luta Antimanicomial impulsionou o processo de criação da política de saúde mental.

    A política nacional de saúde mental humanizada surgiu na terceira fase da reforma psiquiátrica. As primeiras regulamentações permitiram a substituição do modelo manicomial hospitalocêntrico por formato de atenção psicossocial. A aprovação da Lei nº 10.216/2001, em abril de 2001, foi o marco do processo de implementação da nova política. Com base em outros documentos oficiais que garantem os direitos humanos para todo e qualquer cidadão, a lei tem especificações importantes, como prevê o Artigo 2º:

    Parágrafo único. São direitos da pessoa portadora de transtorno mental:
    I – ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, consentâneo às suas necessidades;
    II – ser tratada com humanidade e respeito e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade;
    III – ser protegida contra qualquer forma de abuso e exploração;
    IV – ter garantia de sigilo nas informações prestadas.

    Campanhas de conscientização

    Para erradicar os problemas e melhorar cuidados específicos em saúde mental, surgiram as campanhas de conscientização, em que são promovidos debates e planejamentos de ações em prol de sua saúde psíquica. As principais são: Janeiro Branco, voltado à saúde mental no geral; e a campanha do Setembro Amarelo, que trata de um problema específico e extremamente delicado, o suicídio.

    Janeiro Branco

    O objetivo do Janeiro Branco vai muito além de começar o ano com o pé direito. O propósito é, mais uma vez, discutir os cuidados com a saúde mental e melhorar, acima de tudo, a qualidade de vida, aproveitando a ideia de renovação que o mês representa.

    Setembro Amarelo

    O Setembro Amarelo teve, no Brasil, a iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em busca de ampliar o diálogo sobre o suicídio para a sociedade por meio do debate e quebra de tabus trazidos pelo tema.

    Este ano, a Estância Bela Vista, em parceria com o Ministério Público, participará da campanha de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, visando um espaço de debate na capital maranhense.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

    Acompanhe em nossas redes sociais conteúdos didáticos e dicas sobre saúde mental e fique por dentro das nossas ações visando à melhoria da saúde mental.

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  • Setembro Amarelo e a conscientização sobre a saúde mental

    Setembro Amarelo e a conscientização sobre a saúde mental

    [et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.27.4″ custom_padding=”0px||0px||true|false” fb_built=”1″ _i=”0″ _address=”0″][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″][et_pb_column _builder_version=”3.27.4″ type=”4_4″][et_pb_image src=”https://estanciabelavista.org.br/wp-content/uploads/2019/09/post-setembro-amarelo-e-a-conscientizacao-sobre-a-saude-mental.jpg” _builder_version=”3.27.4″ align=”center” force_fullwidth=”on” hover_enabled=”0″][/et_pb_image][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0″][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.27.4″ _i=”0″ _address=”0.0.0″][et_pb_text _builder_version=”3.27.4″ text_font=”||||||||” _i=”0″ _address=”0.0.0.0″]

    Neste mês de setembro inicia-se a campanha mundial de conscientização à prevenção do suicídio. Sabendo da importância e da relevância desse momento, vamos explicar, para você, um pouco sobre a data e suas intenções.

    A campanha brasileira de prevenção do suicídio começou no ano de 2015, por meio de uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), em busca de ampliar o diálogo sobre o suicídio para a sociedade. Já o mês de setembro foi escolhido pela International Association for Suicide Prevention, com a ideia de promover espaços para debater o assunto.

    Objetivo

    Aproximadamente, uma pessoa se mata a cada 40 segundos no mundo todo. No Brasil, os dados também são preocupantes. Segundo o Ministério da Saúde, de 2007 a 2016, 106.374 pessoas morreram em decorrência do suicídio. Assim, torna-se, ainda mais necessário, promover debates voltados para a prevenção do suicídio.

    Portanto, esse é o objetivo por trás da campanha: é diretamente conscientizar sobre o grave problema. O diálogo com frequência se torna, a cada dia, ainda mais necessário para quebrar o tabu sobre o tema e valorizar o viver humano, salvando vidas!

    Este ano, a Estância Bela Vista, em parceria com o Ministério Público, participará da campanha de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, visando um espaço de debate na capital maranhense.

    Fatores de risco

    Existem diversos fatores que ampliam o risco de o indivíduo apresentar tentativas suicidas. Entre eles, estão:

    • Tentativas anteriores;
    • Falta de vínculos familiares;
    • Desemprego;
    • Estresse;
    • Histórico de suicídio familiar;
    • Doenças terminais ou incapacitantes;
    • Problemas sociais.

    Quer conversar?

    Estamos sempre de portas abertas para tirar alguma dúvida sobre saúde mental, debater assuntos importantes e, acima de tudo, ajudar você ou uma pessoa próxima.

    Na Estância Bela Vista, você encontra uma equipe multidisciplinar e referência em tratamento humanizado, focado no ser humano como um todo, um espaço socioterapêutico.

    Acompanhe em nossas redes sociais conteúdos didáticos e dicas sobre saúde mental e fique por dentro das nossas ações visando a melhoria da saúde mental.

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  • Suicídio: entender, agir e prevenir

    Suicídio: entender, agir e prevenir

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    O comportamento suicida surge normalmente como decorrência de algum problema mental não tratado. Os mais comuns são: transtorno de humor, transtorno de personalidade e psicoses. Diariamente, 28 pessoas se suicidam no Brasil e, para cada morte, há entre 10 e 20 tentativas. Essa taxa é maior entre os adolescentes, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o suicídio é a terceira causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos de idade.

    O problema é delicado e complexo. O tabu social criado a respeito contribui para julgamentos equivocados, como: a pessoa se matou por “covardia”, “fraqueza” ou “falta de Deus”. A disseminação dessas ideias atrapalha, consideravelmente, o processo de prevenção e erradicação do suicídio. O desconhecimento sobre o assunto é o principal fator que contribui para que o suicídio não seja encarado como problema que surge em consequência de uma vulnerabilidade da saúde mental.

    Causas e origens

    Traumas familiares, amorosos e financeiros dão origem à fragilidade mental do indivíduo e, quando não tratados adequadamente, podem desenvolver doenças mentais ligadas à tristeza profunda, desespero e impulsividade, criando um quadro que pode agravar-se rapidamente culminando com o suicídio.

    Ao optar pelo suicídio, o indivíduo conclui que “a vida não faz mais sentido”. Ele acredita que só vai alcançar “paz” emocional se tirar a vida dele, mas, antes disso, tenta resolver seus impasses com as pessoas ao seu redor, pedi perdão de maneira insistente e justifica, constantemente, suas ações. Repetindo a mesma explicação por várias vezes é um sinal evidente de quem está planejando cometer suicídio.

    Há outras premissas que caracterizam um comportamento suicida:

    • Eu sou um peso na vida das pessoas;
    • Eu sou um perdedor;
    • Eu não aguento mais viver;
    • Eu não posso fazer nada;
    • Os outros serão mais felizes sem mim.

    O que fazer para ajudar

    • Ouvir sem julgar. Com a conversa, pode estabelecer-se uma relação de confiança. O primeiro passo é compreender a origem e convencer o paciente de que o suicídio não é a solução para os problemas enfrentados;
    • Conduzir o paciente a buscar ajuda profissional adequada;
    • Reduzir o acesso a ferramentas que possam ser utilizadas para cometer o suicídio, como: objetos pontiagudos e cortantes que possam ser usados em automutilação, armas brancas, remédios, etc.

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  • Conheça nossas especialidades de tratamento

    Conheça nossas especialidades de tratamento

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    Paz, experiência e ajuda necessária para se reconstruir. É isso que você vai encontrar na Estância Bela Vista. Um espaço que tem, como propósito, o trabalho no ser humano como um todo, em sua história e em seus valores.

    A Estância Bela Vista faz parte do Grupo Estância, com clínicas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, tendo como base anos de trabalho com pessoas que apresentam transtornos variados.

    Propomos um espaço-modelo que não remete, de forma alguma, a uma imagem manicomial. Temos o propósito de ser um local acolhedor e familiar com estrutura hospitalar para nossas especialidades de tratamento.

    Tanto a Estância Bela Vista como as clínicas do grupo, propomos um modelo de reabilitação e integração social pleno, dentro de um marco terapêutico educativo, reestruturando seu EU fragmentado para recuperar sua autoestima, o sentido da responsabilidade e sua capacidade para tomar decisões e voltar a ser um integrante ativo da sociedade.

    Conheça as especialidades de tratamento da Estância Bela Vista:

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    Dependentes químicos
    Dependentes de medicamentos são pessoas que sentem a constante necessidade de fazer uso de sedativos como tranquilizantes e calmantes e não é só a dependência a medicação, também as substâncias psicoativas como álcool, drogas lícitas e ilícitas.

    Transtorno de ansiedade
    A ansiedade é uma reação normal ao estresse, mas, para algumas pessoas, essa ansiedade pode tornar-se excessiva e de difícil controle, comprometendo suas vidas de forma grave.

    Transtorno Bipolar
    O Transtorno Bipolar é uma doença de desordem cerebral que causa mudanças extremas e prolongadas de humor, como em dois polos diferentes, podendo oscilar entre extrema alegria ou extrema tristeza, assim como também euforia.

    Borderline
    Borderline é um transtorno mental caracterizado pelas mudanças súbitas de humor, como comportamentos compulsivos, tendo momentos estáveis e subitamente surtos psicóticos.

    Depressão
    Apesar de a depressão ser sim uma doença crônica, muitos a confundem com uma tristeza profunda e, muitas vezes, contínua, o que torna esse assunto bastante superficial diante da seriedade.

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    Estamos localizados na Rua Gambarras, 161 – Araçagi, no município de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís (MA). Apenas 20 minutos do Aeroporto Internacional de São Luís.

    Acompanhe em nossas redes sociais conteúdos didáticos e dicas sobre saúde mental e fique por dentro das nossas ações visando à melhoria da saúde mental.

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